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02/06/2012
Uso da adrenalina

ADRENALINA

                               I.      Nome genérico: Epinefrina

                            II.      Nome comercial: Adrenalina

                         III.      Ação farmacológica: é uma catecolamina natural, endógena. Broncodilatador adrenérgico que estimula os receptores adrenérgicos beta2 nos pulmões, para relaxar o músculo liso bronquial e aumentar a capacidade vital.É um neurotransmissor do sistema simpático, possui ação de estímulo alfa e beta-adrenérgico que proporciona o aumento do débito cardíaco, provoca vasodilatação visceral, vasoconstrição cutânea, aumento da produção e liberação de glucagon levando à hiperglicemia. Além disso, aumenta a liberação de ácidos graxos livres por ativação de lípase.

O emprego clínico da adrenalina não é freqüente em adultos. Tem sido usada com maior freqüência em crianças para tratamento de choque cardiogênico e distibutivo, talvés porque as crianças toleram mais a droga com menores efeitos colaterais.Atua sobre os receptores adrenérgicoa beta1 no coração e produz aumento da força da contração por um efeito inotrópico positivo no miocárdio. Produz vasoconstrição e aumento da resistência periférica, contribuindo, assim, para os efeitos da pressão. Em doses baixas, produz uma elevação moderada da pressão arterial sistólica. Em doses mais altas, atua sobre os receptores alfa-adrenérgicos dos vasos do músculo esqulético, o que causa vasoconstrição e uma elevação das pressões arteriais sistólica e diatólica. Coadjuvante da anestesia local: atua sobre os receptores alfa-adrenérgicos da pele, membranas mucosas e vísceras; produz vasoconstrição e assim diminui a velocidade de absorção vascular do anestésico local utilizado, o que faz com que a anestesia se localize; prolonga a duração da ação e diminui o risco de toxidade devido ao anestésico. Devido sua ação beta2, tem sido empregada pela via subcutânea para tratamentos iniciais dos estados de mal asmático, crise de broncoespasmo severo ou em casos graves de reações anafiláticass com edema de glote e de vias aéreas superiores. Atua como descongestionante nasal por vasoconstrição ao atuar sobre receptores alfa-adrenérgicos da mucosa nasal. Também produz vasoconstrição da conjuntiva e hemostasia nas hemorragias de pequenos vasos; diminui a congestão conjuntival. Contrai o músculo dilatador da pupila e produz midríase. Metaboliza-se no fígado e é excretada por via renal.

                         IV.      Indicação: A sua indicação está presente em indivíduos que sejam portadores de asma brônquica, bronquite, enfisema pulmonar, bronquiectasia, DPOC,sofram de reação anafilática, bloqueio A-V total e na PCRC e nos estados de choque séptico; síndrome de Adams-Stokes; como coadjuvante da anestesia local, congestão conjuntival, hemorragia superficial em cirurgia ocular, congestão nasal.

                            V.      Efeitos adversos: taquicardia, fibrilação ventricular, palidez, tremores musculares, náuseas, hipertensão arterial, hiperglicemia, hipertiroidismo, febre, calafrios, cefaléias contínuas ou graves, dispnéia, bradicardia, ansiedade, visão turva ou dilatação das pupilas não-habitual, debilidade, nervosismo ou inquietação.

                         VI.      Interações farmacológicas: quando administrada com alguns tipos de anestésicos aumenta seu efeito antagônico e betabloqueador; associada ao digitálico potencializa a ação deste fármaco podendo ocorrer intoxicação caso o cliente encontre-se na dosagem limítrofe; nos inibidores da MAO ocorre o antagonismo entre as drogas, nos hormônios tireoidianos a adrenalina inibe a ligação protéica da T4, aumentando os níveis hormonais; o bicarbonato de sódio inativa a adrenalina em meio alcalino.Inibe a ação da insulina.

                      VII.      Vias de administração: EV bollus, Subcutânea, IM

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